22 de fev de 2011

Cautela

Atentai ao que vos digo,
escutai, varões, o conto,
triste sina de um amigo
que, de um golpe, viu-se roto.
Não faz mais xixi de pé:
do seu membro outrora altivo
não sobrou senão um toco.
Dai-vos conta deste aviso,
não façais ouvidos moucos –
não useis o fecho éclair
se criais o bicho solto.

2 comentários:

Flávia Valente disse...

kkkkkkkkkkkkkkk!!!

José Henrique Calazans disse...

Muito legal o poema! Gostei da mistura de uma linguagem mais erudita com um tema mais descolado. Abraços.